
Vc diz... permita-se apaixonar-se.....
Sim vou permitir...apaixonar-me por mim mesma.
Nunca a solidão me foi tão simpática...
nunca estive tão serena e tranquila.
É como se o medo fosse embora
e o vazio de meu peito fosse algo já conhecido
e vivenciado....antes eu não o aceitava...
agora ele será meu parceiro.
Deixar de sentir dor....não....
apenas vê-las como um amadurecimento da alma.
Nada é perfeito e imutável, tudo começa....tudo termina.
A vida agora parece uma estrada sem surpresas...
é uma trilha conhecida..pois já sei que atalhos não devo tomar.
Mas isso não fará minha vida sem graça,insípida...
apenas quando me deparar com assuntos ...
que não quero, ouvir ou falar.... me calarei....
meu silêncio será um indicativo.
Não sou crisálida,nem pupa a espera de florescer....
isso são águas passadas....
hoje troco a pele para endurecer minhas fragilidades....
e manter distante de olhos curiosos minha essência apaixonada.
Assim ficarei, não estou sendo imatura...
nem entregando os pontos ou ainda sendo covarde...
é preciso ter muita coragem para o que estou fazendo.
Onde está minha fortaleza????
Nas memórias que me machucaram....
nas falas e silêncios que percebi contextos ocultos...
nos olhares nublados que falam mais que as palavras não ditas.
Permito-me viver...mas, com regras....
pois a liberdade desavisada...não ensina...
a inocência ao ser machucada estrupa a alma....
e os fragelos dos sentimentos
ficam nos cacos das lágrimas não choradas.
Sol ALmeida
10/10/2007
Sim vou permitir...apaixonar-me por mim mesma.
Nunca a solidão me foi tão simpática...
nunca estive tão serena e tranquila.
É como se o medo fosse embora
e o vazio de meu peito fosse algo já conhecido
e vivenciado....antes eu não o aceitava...
agora ele será meu parceiro.
Deixar de sentir dor....não....
apenas vê-las como um amadurecimento da alma.
Nada é perfeito e imutável, tudo começa....tudo termina.
A vida agora parece uma estrada sem surpresas...
é uma trilha conhecida..pois já sei que atalhos não devo tomar.
Mas isso não fará minha vida sem graça,insípida...
apenas quando me deparar com assuntos ...
que não quero, ouvir ou falar.... me calarei....
meu silêncio será um indicativo.
Não sou crisálida,nem pupa a espera de florescer....
isso são águas passadas....
hoje troco a pele para endurecer minhas fragilidades....
e manter distante de olhos curiosos minha essência apaixonada.
Assim ficarei, não estou sendo imatura...
nem entregando os pontos ou ainda sendo covarde...
é preciso ter muita coragem para o que estou fazendo.
Onde está minha fortaleza????
Nas memórias que me machucaram....
nas falas e silêncios que percebi contextos ocultos...
nos olhares nublados que falam mais que as palavras não ditas.
Permito-me viver...mas, com regras....
pois a liberdade desavisada...não ensina...
a inocência ao ser machucada estrupa a alma....
e os fragelos dos sentimentos
ficam nos cacos das lágrimas não choradas.
Sol ALmeida
10/10/2007

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